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Gestão Cultural

Homenagens póstumas

Jesus Chediak foi reconhecido e homenageado em vida tanto por seu trabalho na área cultural como por ter sido um ser humano generoso. Mas, como não poderia deixar de ser, ele também já recebeu, e certamente ainda receberá, muitas homenagens póstumas. Afinal, o amor circula e, como diz a canção de Elizabete Lacerda, "fica sempre um pouco de perfume nas mãos de quem entrega flores". É disso que trata esta galeria.

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O chargista Bira Dantas homenageou Jesus Chediak retratando uma das muitas histórias que ele gostava de contar. Jesus era tricolor, como Nelson Rodrigues, e eles se encontravam muito num bar em frente ao Jornal dos Sports. Nelson, geralmente comendo mingau de maisena, saudava o amigo com a frase: “Lá vem Jesus, aquela figura infernal”.

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Charge retrato

Charge retratando Jesus Chediak, desenhada pelo jovem Cristiano Ludgerio, de Duque de Caxias.

Lá vem Jesus, aquela figura infernal

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Nota de pesar da UFBA

Cerimônia de encantamento

Três dias após a morte de Jesus Chediak, um evento virtual denominado Cerimônia de Encantamento homenageou Jesus e outros artistas levados pela Covid.

Homenagens da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa (SECEC)

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Espaço de convivência Jesus Chediak

Cerca de dois meses após o falecimento de Jesus Chediak, em homenagem feita na Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, último local de trabalho dele, uma parede foi pintada com frase que ele gostava de dizer sobre amor e ressurreição. Com a presença da secretária estadual de cultura Danielle Barros, a viúva Glória Chediak e a filha Paloma participaram discursando e descerrando a placa do Espaço de Convivência Jesus Chediak, onde se localiza a obra de arte. Lá, funciona um refeitório, usado pelos funcionários para descontrair e papear. Tudo o que Jesus adorava fazer. Fotos: Ana Helena Tavares.

Depoimentos de colegas da SECEC

Alguns colaboradores da SECEC enviaram vídeos homenageando Jesus Chediak, que deixou um legado para a cultura fluminense.

Debate sobre o filme Parto para liberdade

Como forma de homenagear Jesus Chediak, em maio de 2021, mês em que se completou um ano de sua morte, o Cine Clube Macunaíma, da ABI, debateu o filme Parto para liberdade, dirigido por Jesus. Os cineastas Silvio Tendler e Noilton Nunes prestaram ali seu tributo a Jesus. Participaram também do debate, mediado por Ricardo Cota, a viúva Glória Chediak, a jornalista Ana Helena Tavares, e Pedro Rosa.

Tributos na sétima arte

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Poetisa

O cineasta Noilton Nunes conta que Jesus Chediak teve grande influência na realização do filme “Poetisa”. Ao concretizar a obra, já após a morte de Jesus, em 2020, Noilton fez questão de homenageá-lo ao final.

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Orientação póstuma

O curta “Antes do café” seria dirigido por Jesus Chediak, em 2011, em parceria com a atriz Valéria Villela. Ela acabou fazendo na pandemia e terminando após a morte dele. Segundo Valéria, Jesus foi fundamental para a realização dessa obra e ela chegou a sentir sua presença, como se ele estivesse a orientando, mesmo após sua morte, Ao final do vídeo, ela o homenageia.

Reconhecimento dos jornalistas

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Bosques da Memória

O projeto Bosques da Memória tem a proposta de plantar uma árvore para cada vítima de Covid. Em fevereiro de 2021, no município de Silva Jardim (RJ), na fazenda da Fundação Mico Leão Dourado, foi criado, com a chancela da ABI, a partir de iniciativa da jornalista Cristina Serra, conselheira da Casa, um bosque com árvores que homenageiam jornalistas. Jesus Chediak ganhou uma muda de Ingá Banana, plantada por sua viúva e filha. Fotos: Ana Helena Tavares.

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Homenagem da FENAJ

Mosaico feito pela Federação Nacional de Jornalistas com alguns dos jornalistas vítimas da COVID, Jesus aparece ao centro.  Até março de 2021, 169 jornalistas morreram da doença.

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